Passeio á Povoa para ver as sereias.

Próxima saída domingo 19 de novembro pelas 8,30 na Paluse

sábado, 2 de agosto de 2014

BIKENATURAS - OS DOMINADORES DA SERRA DA ESTRELA


Pela segunda vez, o clã Bikenaturas pegou de malas e bagagens e assentou arraial em terras serranias.

A povoação de Sameiro/Manteigas, situada em pleno parque natural da serra da Estrela foi a contemplada com a nossa visita e estadia.

Aqui chegados, as tarefas já estavam mais ou menos distribuídas.

Enquanto uns preparavam o serão, nós (Batedor, Querqus, Walf, Mister, Mandarilo e El Presidente) preparamo-nos para escalar um dos montes adjacentes.


  
Como sempre, Batedor já tinha o percurso todo estudado, mas não contou a ninguém, que o mesmo, não sendo muito alongado (cerca de 25km.) a altitude a alcançar era perto do céu.       
                    
 A saída de Sameiro deu-nos logo uma amostra daquilo que nos esperava. Com ruelas empedradas de 20% de inclinação. Percentagem que se viria a verificar por diversas vezes durante os primeiros 12km.  
                 

Na verdade, companheiros, o esforço exigido para esta escalada deixava poucas energias para podermos avaliar a apreciar as paisagens percorridas.
                       

Finalmente, alcançamos o planalto onde se situa a Quinta do Fragusto rodeada de belíssimos soutos e de um bosque frondosos que tive pena não podermos visitar.
                      
É verdade companheiros, uma vez no topo, seria bom explorarmos um pouco mais aquele espaço. 
                                     
Lindo, lindo, foi quando encetamos a descida de regresso.

Mais bonito, foram as cerejeiras tão sedutoras que fez com que Querqus não resistisse a tentação e ousasse mesmo saltar acima duma, mesmo correndo o risco de se despenhar numa ravina.

Mas a colheita foi profícua e as nossas esposas ficaram agradadas quando viram a mochila cheia de cerejas.
                      

Como era de esperar, os nossos amigos Domingos e Vasco já tinham acendido o grelhador, cientes, certamente, do esforço feito e, por isso, ávidos de uma boa fêvera (como eles nos compreendem bem).

O serão adivinhava-se calórico e divertido. Passou-se ao ritmo da saída dos grelhados, da chuva e da boa disposição alimentada pelas piadas sempre a preceito do Domingos e, ainda, do bom néctar existente.

Para desgastar parte destas calorias estava previsto uma caminhada para o domingo de manhã.

Definitivamente, os Bikenaturas também são amantes de PRs. E esta caminhada foi preenchida com um belíssimo percurso pelas margens do rio Zêzere.

As suas águas límpidas deixavam ver as muitas trutas, para além de outras espécies que por lá proliferam.

As suas margens presenteavam-nos com inúmeras cerejeiras carregadas de frutos ao alcance das nossas mãos

As hortas bem ordenadas e a grande variedade de árvores de fruto faziam lembrar que estávamos num genuíno ambiente bucólico. 
Querqus e Esmeralda estavam no seu mu
ndo e no seu ambiente e durante a jornada foram várias as conversas pedagógicas, com Querqus a dar dicas sobre esta ou aquela espécie de aves, da forma como a truta se mantem discreta e quase invisível, de um ou de outro arbusto que faziam lembrar a nossa infância junto do rio Ave, etc.
  


                                                         
Ainda houve tempo para entrarmos na pista de gelo, onde Mister e a herdeira de Wolf bem tentaram uma skinada… «Pena foi não termos levado os skis, porque o gelo???...  nem era necessário».
                                   

Paramos para melhor comtemplarmos os encantos que nos propicia as águas, as areias, os seixos a vegetação, a fauna e toda a área envolvente do Zêzere.
                 

Era hora de deixarmos Sameiro e retomarmos o caminho de regresso. Quase como uma obrigação, uma passagem pela Torre, exigia-se.
A subida por Manteigas, para além da sua beleza natural e de alguma adrenalina que a estrada estreita e sinuosa nos suscita, a neve que ainda persiste num ou noutro cume provoca alguma ilusão de ótica à distância, fazendo parecer que as montanhas estão furadas nos seus picos.

Como é óbvio, não podíamos passar pela Torre sem trazermos um dos seus famigerados queijos.


Não sei porquê, mas isto de estarmos algum tempo nas alturas estimula-nos o apetite, e mais uma vez, Batedor foi chamado à sua responsabilidade.

Retoma a dianteira da caravana e após descermos a serra e já em direção a Nelas, descobre uma clareira com um parque de merendas.

O espaço para o almoço/lanche estava encontrado. Em poucos minutos, Mandarilo, Domingos e Vasco punham o grelhador a deitar fumo.
               

 A sueca, onde a dupla Wolf/El Presidente foi imbatível, estava bastante renhida e equilibrada quando a ameaça de chuva fazia lembrar que, por ventura, era hora de regressarmos.

De facto, não foi preciso esperar muito tempo para que os primeiros pingos nos fizessem lembrar o caminho para casa.
E pronto, meus amigos, a toque de chuva lá viemos todos satisfeitos por mais um fim de semana em beleza.

Esperamos todos pelo próximo.

1 comentário:

Anónimo disse...

Passei por aqui e como neste relato as fotos não estão disponíveis, resolvi avisar.
Cumprimentos.
Dida