Próxima saída sabado 26 Maio pelas 7,30 horas na Paluse .

domingo, 28 de agosto de 2011

MEIO SÉCULO

   PARABÉNS! WOLF
   Pois é caro amigo a vida é feita por etapas e esta é uma delas. Deste modo, com algum atraso e por isso peço-te desculpas, para além deste marco importante o teu 50º aniversário foi "regado" com belos trilhos escolhidos pelo Batedor
   Tiveste sorte! Ai tiveste, tiveste! Nem te passa pela cabeça o que te tínhamos reservado...Mas como regressavas das "vacances" tivemos piedade! Enfim amigo, com amigos destes não precisas de inimigos...No entanto os BiKeNaTuRaS presentes tiveram a honra de saborear o teu pequeno empeno.
   Igualmente tiveste o prazer de ouvir, bem afinadinhos e em andamento, os nossos "happy birthday". Também tínhamos te reservado um pequeno descanso na "Bouça do Sossego" mas como o pudeste constatar estava fechada... 
   Para findar resta-me dizer-te que não tiveste direito a quebra de corrente ou a furos, tal como o Batedor, mas tiveste direito aos meus 2 tombos...nada mau!
   Ah! Ia-me esquecer de realçar o track com o teu nome que por sinal não fica atrás do "Batedor 48".
   E pronto caro Wolf, para nós, e esperemos que para ti também, foi um dia bem passado entre amigos onde a amizade se solidifica cada vez mais...
Aquele abraço!
 O Skriba
Os BiKeNaTuRaS:
,,,, e 

sábado, 20 de agosto de 2011

TRILHANDO PELOS CAMINHOS DE SANTIAGO ATÉ PONTE DE LIMA

   Este prólogo a uma possível ida a Santiago de Compostela surgiu devido à desistência da mesma na semana anterior. 
   A ideia foi abortada porque eu, o Ninja, o Quercus e o Avelino tínhamos receio que a preparação de todos os BiKeNaTuRas não estivesse "au point" para uma aventura dessas em 2 dias e sobretudo o prazer de apreciar o passeio transformar-se-ia mais num "corre-corre" que é contra os "estatutos" do nosso grupo. O Batedor e o Wolf estavam, segundo eles, com " um peito" que os levavam a crer que  os BiKeNaTuRas estavam mais do que preparado. 
   Enfim! Este prólogo pelo menos serviu para provar que todos os BiKeNaTuRas presentes conseguiram ultrapassar, uns melhor outros pior, os 145 quilómetros e os perto de 2000 metros de acumulado. 
   O Ninja por razões "vacancières", o Riones por razões "porticais" e o Tenor por razões "herniais" não puderam, com enorme tristeza, participar neste "cheirinho" a Santiago de Compostela...
   Esta passeata iniciou-se no local do costume onde todos tomaram a respectiva bica. Em velocidade de cruzeiro chegámos a São Pedro de Rates num átimo. Aí fizemos uma visita superficial a esta localidade onde é um dos pontos mais escolhidos, pelos betetistas da região, para dar início à peregrinação a Santiago de Compostela.


 Após uma pausa café, num dos locais onde se pode carimbar as respectivas credênciais, seguimos viagem em direção à cidade dos galos trilhando pelo Caminho Central.

   Ao longo dos 16 km que separam São Pedro de Rates de Barcelos tivemos o prazer de passar por várias freguesias onde as cores e cheiros típicos destas localidades, de cariz bucólicas, proporcionam aos seus visitantes. As burras tiveram de pisar terra, paralelo e alcatrão.

   Chegados à cidade dos galos percorremos uma rua pedonal onde o comércio e os clientes conviviam na mais perfeita harmonia.

   Sob o olhar atento de um dos galos aproveitámos um parque para lanchar. Como sempre não faltaram as piadas entre BiKeNatuRaS...

   Terminada a merenda retomámos o caminho que nos ia levar até à cidade do Lethes.
   Esta segunda etapa, apesar de ter um grau de dificuldade baixo tal como a anterior, foi mais "difícil" do que a primeira sobretudo devido ao calor que enfrentámos. Para mim a qualidade pastoril, da segunda etapa, foi muito mais interessante. Deste modo passámos por lindíssimas localidades onde contactámos com a natureza e interessantes monumentos. O piso continuava a oscilar entre terra, macadame e piche.

  Ao chegar a Portela, em vez de seguir para Facha, decidimos ir pela estrada    ( EN 204 e EN 203) até Ponte de Lima, visto que as barrigas já pediam reforço alimentar. Daí até à vila mais antiga de Portugal foi um fuminho porque dos 11 km que faltavam 6 eram a descer e os restantes em terreno plano. Chegados à tão desejada vila depáramo-nos com uma feira, talvez semanal, muito bem recheada. 

   Sem tempo para compras dirigimo-nos de imediato ao restaurante "Casa das cheias" onde comemos uma suculenta vitela assada e uns gostosos rojões à moda da casa. A sobremesa, após gorada a hipótese das famosas bolas de Berlim devido a sua rápida venda, foi servida com deliciosos doces brancos vendidos por uma feirante vizinha às nossas mesas e PAGOS pelo Quercus. 

  E a praxe do "fuminho" não podia escapar...

   Entre anedotas, goladas e garfadas o tempo foi passando ao ponto desta paragem ter durado perto de 2 horas. É verdade!... Os BiKeNaTuRas quando põem os pés debaixo da mesa...UI!... O pior foi tirá-los porque as pernas e algumas cabeças pesavam MUITO! 

   Mas tínhamos de pôr os pedais a rodar... Iniciámos o regresso com, má ideia diga-se de passagem, a travessia da tal feira que decorria na Alameda dos Plátanos. Mas o Batedor, como é persistente, lá conseguiu furar entre corpos. 
   O andamento era de caracol porque todos nós tínhamos em mente a longa subida que nos esperava à saída de Ponte de Lima para Barcelos. 

  Nesta subida é que se viu a solidariedade entre os BiKeNaTuRaS...Toda ela foi ultrapassada, em pelotão, ao ritmo dos mais "justos". Chegados ao cimo parámos em Tamel para repor energias. A partir daí até Bairro foi sempre a "dar-lhe".

   E pronto, chegamos ao fim de mais uma aventura com todos os ingredientes necessário para tal. Foi um ótimo dia passado, no Verde Minho, onde podemos rolar por alguns dos Caminhos de Santiago. O mais difícil foi, sem dúvida, transpor os 145 km porque até Ponte de Lima os Caminhos são bastante fáceis. Deste modo ficou um "cheirinho" ao que nos espera,  evidentemente que estamos cientes que o mais difícil surge após a travessia de Lethes, quando decidirmos agendar a nossa peregrinação a Santiago de Compostela. 
O Skriba
Foram santiagados 145 km em 7h53.

Os BiKeNaTuRas:
 e 




  









   

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

CHEGAMOS À DEZENA

O nosso novo elemento já não é novo nestas andanças velocipédicas. Denota mesmo ter um ritmo acima da média. Também lhe é reconhecido bastantes conhecimentos de mecânica o que permitirá uma maior consistência do grupo e um certo alívio para os restantes membros que verão nele, e sempre com espírito de camaradagem, uma mãozinha para ajudar a solucionar os problemas desta natureza que possam surgir.

De todos os BIKENATURAS, este foi sem dúvida, o que teve mais tempo de estágio o que lhe permitiu um maior estudo e conhecimento do Grupo.

De facto, a designação do seu pseudónimo não seria por acaso.

MISTER, assenta-lhe que nem uma luva. Estamos certos e seguros que nos irá incutir todas as técnicas e táticas que permitirão aumentar, ainda mais, a robustez e a coesão dos BIKENATURAS.

È óbvio que és bem-vindo Avelino! Contaremos sempre contigo.

                                                                                                      El Presidente

domingo, 31 de julho de 2011

II CONVÍVIO DA FAMÍLIA BIKENATURAS


   Eis a "segunda edição" deste evento tão aguardado pela família Bikenaturas. Este ano o local escolhido foi a vila mais antiga de Portugal. Sendo assim a margem direita do rio Lima serviu para o piquenique familiar e a Ecovia do Rio Lima, Troço das lagoas, proporcionou a vertente desportiva.

   As novidades em relação ao I Convívio situaram-se a nível das presenças e das ausências. Deste modo lamentámos as ausências do Ninja (de férias) e do Marcamano (a laborar). No entanto saudámos as presenças do Tenor, da sua esposa e do seu filho o Riones, da família "Carneiro"  representada pelo Nuno e pela Dida e da família do Avelino composta por ele próprio, pela esposa e pelo filho. 
   Este II Convívio teve duas etapas, a primeira o passeio de bicla pelo Troço das Lagoas, feito pelos homens e por uma senhora, e a segunda o convívio propriamente dito onde a boa disposição e a "gula" de todos foram mais que notórias.

   E pronto foi um convívio muito bem passado e que venha o III.
O Skriba


domingo, 17 de julho de 2011

S. BENTO DAS PERAS II



Desta feita, o nosso batedor não optou por visitar uma SENHORA santa mas sim um SANTO.
Decidiu e está decidido!
Para rumar a S. Bentinho das Peras estavam presentes no local do costume os 8 BiKeNaTuRaS habituais.
Saímos em direção a Riba de Ave conforme informava o GARMIN e que, com alguma desorientação no alto de Lordelo, nos enviou para a eis designada ETRSU (Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos Urbanos).                                          
Penso que seriam os odores daqui libertados que descontrolou, por momentos, o nosso GPS, porque após experimentarmos várias entradas de possíveis trilhos, nenhum deles permitiam saída. Não fora o conhecimento pleno da região do nosso verdadeiro batedor e o Garmin teria sido reciclado.

Finalmente atinou e seguimos por alguma ruas de Guardizela antes de entramos num caminho rural que nos levaria à E.N. 105.
A partir daqui perdemos o nosso Skriba que, por razões de força maior (Imaginem!... tinha que partir para férias, coitado!!!)não nos podia acompanhar mais.
S. Bentinho esperava por nós e depois do Querqus atestar os pneus da sua bomba???!!!, seguimos para Infias.
Encetamos a subida que todos já conhecíamos, à excepção de Riones, penso, pelo lado norte tal como já o tínhamos feito da última vez.

Foi muito penoso. E para agravar a situação o dia era de festa para aqueles lados e eram muitos os peregrinos e romeiros que se cruzavam connosco e me demoviam a ideia de me apear e descansar um pouco. Ainda por cima, não levei a minha PENTAX que me permitiria uma pausa para tirar umas fotos. Só mesmo uma contingência de percurso me poderia aliviar. Por azar (deles) houve um turista que ao descer ou a subir, não sei, tentou prescindir das quatro rodas do seu todo/terreno e virou. Claro, tinha que parar para me inteirar da situação. Ainda bem que não foi nada de grave e a ajuda estava chegar.
Recuperado o fôlego, e porque os restantes BiKeNaTuRaS já estariam quase ao pé do Santo, retomei o empeno.
Um último esforço e vi que já estava a chegar, pois a azáfama de pessoas de um lado para outro era grande como há muito tempo já não via. A partir daqui já não era possível biclar mais, tal era a concentração de pessoas.

Depois de darmos um pequeno passeio apeados pelo recinto e de lancharmos junto aos miradouros iniciamos a descida pelo lado sul do monte.

Alguns desencontros foram verificados na descida o que nos levou a pensar numa melhor coordenação do grupo para que a sua coesão nunca seja posta em causa, como é nosso apanágio.
De lá até aqui, nada de especial a registar a não ser uma pequena paragem em Moreira de Cónegos para apreciarmos uma feira de bicicletas e o reencontro com o nosso Skriba que se preparava para partir.
                                                                                                                El Presidente.
Foram "pereirados" 41 km.


Os BiKeNaTuRaS:
 e