Passeio á Povoa para ver as sereias.

Próxima saída domingo 26 de março pelas 8,30 na Paluse,

quinta-feira, 24 de março de 2011

NA ROTA DE LUSTOSA

O dia estava ameno e o sol já raiava no horizonte a prenunciar a Primavera que chegava.
     No local do costume já marcavam presença o Scriba, o Wolf, o Batedor e o Querqus.
    Todos ficaram um pouco surpresos quando me viram chegar acompanhado pelo nosso já conhecido Avelino Carvalho que nos granjeou com a sua presença nesta bela manhã domingueira.
     Alguns minutos depois lá apareceu o Tenor sem Riones (outras tarefas o impediriam de vir).
     O nosso Marcamano também tinha prometido marcar presença e por isso estranhamos a sua ausência. Pensamos logo que bastaria uma chamada/despertador para o pôr em acção. Para acelerar a saída decidimos ir ao seu encontro.

    Pelo caminho aproveita-se sempre a estação de serviço da Galp para atestar os pneus.


   Era tempo de decidirmos a rota. E, se na maior parte das vezes a dúvida é muita no rumo a seguir, desta feita, o Batedor, como lhe compete, já vinha com ele delineado.
   - Por que não fazermos o circuito BAIRRO-AVES-RORIZ-CODESSOS-LUSTOSA-VIZELA-AVES-BAIRRO? Propôs ele. Como é que ele podia ser contrariado!?
   Descemos até Caniços para atravessarmos o rio Ave através da antiga ponte dos Caminhos de Ferro em direcção a Sense, onde nunca perco a oportunidade de apreciar o ponto de confluência deste e do rio Vizela. Logo a seguir esperava-nos uma subida curta mas com uma inclinação acentuada.
   Atravessamos Vila das Aves por algumas ruas por nós já sobejamente conhecidas que nos levaria até S. Tomé de Negrelos.

   Encetamos a subida longa e desgastante até ao cimo de Roriz que veio a originar uma pequena desintegração do grupo e que suscita em mim uma pequena crítica e uma chamada de atenção para que nunca seja posta em causa a coesão dos BiKeNaTuRaS, que tem estado e deverá estar sempre presente no nosso espírito. Sem ela, a essência do grupo esvai-se e definha-se.
   Foi a partir daqui que o nosso Batedor decidiu deixar o alcatrão e o paralelepípedo e enveredar por percursos dignos dos betetistas.

   Acreditem todos os amantes da modalidade que nestes montes entrincheirados pelas povoações de Codessos/Lustosa/Vizela/Vilarinho, encontram trilhos e caminhos para todos os gostos. Alguns, bem capazes de nos fazer emergir toda a adrenalina que possuímos. Que o diga o Batedor, pois via-se-lhe no rosto a alegria com que ele os devorava e que, em determinada altura, julgou estar na Serra da Cabreira, tal era a semelhança dos trilhos e da própria paisagem envolvente.


   Outros, porém, não muito aconselhados aos incautos, e melhor mesmo, é percorrê-los muito descontraídos como bípedes.

   Porém, o tempo não pula mas avança e o momento era, novamente, de voltar ao alcatrão.
   Descemos até Vilarinho para apanhar a VIM que nos traria quase até Bairro.
   Um voto de agrado pela assiduidade com que o Querqus nos começa a acompanhar.

 De acordo com os valores registados nos diversos conta-quilómetros verificados foram devorados, em média, 46.365 m.
El Presidente

Os BiKeNaTuRas:
 e 

E o amigo Avelino:


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