Próxima saída sabado 26 Maio pelas 7,30 horas na Paluse .
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
terça-feira, 10 de setembro de 2013
terça-feira, 9 de julho de 2013
SENHORA DA GRAÇA - REVISITADA
Vamos lá esquecer os momentos de
crise que atravessamos e narrar um feito que os Bikenaturas, pela segunda vez, realizaram.
Embora convocatória fosse
atempadamente divulgada e alargada a todos os Bikenaturas e afins, desta feita,
para além dos repetentes (Tenor, El
Presidente, Wolf e Batedor),
cometeram a proeza, o Riones e o mais
recente elemento Mandarilo.
O Nosso apoio levou-nos até ao
parque de campismo de Mondim de Basto. Foi a partir daqui que iniciamos o
percurso constante do track que o Bat.
tinha copiado para o Garmin.
Tal como da primeira vez o
percurso contemplava trilhos lindíssimos. Porém, e apesar de toda a nossa
atenção, não vislumbramos qualquer cerejeira.
Depois de atravessarmos a pequena
ponte sobre o rio Cabril, o GPS, assumindo a sua estupidez, enviou-nos para uma
mata cheia de fetos e muitas urtigas o que motivou que lhe endereçássemos
alguns vitupérios.
Por fim atinou deixando-nos num
estradão que iria ligar ao outro que percorrêramos da última vez e que nos
levaria até às Fisgas do Ermelo.
Era o momento de pararmos,
reabastecer-nos de água e admirarmos a paisagem linda e agreste que as Fisgas
proporcionam.
Mais algumas fotos para a memória
antes de encetarmos a tenebrosa subida que nos iria levar até perto das lagoas.
Para alcançar as lagoas, sabíamos
que tínhamos de atravessar o rio que as alimenta e as estratégias foram
basicamente as mesmas que da 1ª vez (ver relato http://bikenaturas.blogspot.pt/2011/06/sr-da-graca-facil-muito-facil.html).
Nas lagoas o ambiente já estava
animado por um grupo de jovens espanhóis que encontraram, e bem, neste recanto
o local ideal para passar o dia. Foi pena não podermos esperar pelos grelhados
que, entretanto, começavam a cheirar, e tivemos que nos contentar com as sandes
diversas, os pastéis de bacalhau e a aletria.
O percurso para a Sª. da Graça
revelou-se bastante diferente que o anterior. Duvido mesmo que o «trackista»
que o desenhou saiba andar de bicicleta, não deixando de fora ideia do seu
autor ser mesmo uma cabra.
…Meu caro Skriba! Ainda bem que não foste, porque das lagoas até entrarmos no
trilho que nos levaria até à estrada da Sª. da Graça, poucos foram os momentos
que as nossas burras carregaram connosco ao ponto de deixar desesperado o nosso
Tenor, que ponderou, mesmo, a hipótese de desistir, juntamente com Riones. Mas
alguém lembrou que eles eram uns Bikenaturas
e que desistir não cabe no espírito destes. Contudo, dumas leves cãibras
não se livraram e com um pouco de repouso e alguma hidratação continuamos a
nossa aventura.
Agora, já por caminhos dignos de
betetistas, finalmente, alcançamos o estradão que nos levaria ao nosso
desígnio.
A alegria que transparece do
rosto de Riones pela satisfação de ter conseguido este feito; o ar austero de
Mandarilo como que a dizer que é ele quem manda nas alturas e a sensação do
dever cumprido por parte dos restantes Bikenaturas
levou-nos a pensar que, afinal …«isto
foi canja!!!»
A descida até ao parque de
campismo foi feita nas calmas porque as burras ficaram todas desengonçadas.
quarta-feira, 19 de junho de 2013
O
JUBILEU DO BATEDOR
Vamos todos rejubilar com esta efeméride. Os Bikenaturas sentem-se perfeitamente à
vontade com um guia desta estirpe.
Cinquenta anos, é algum tempo, mas não esmorece, nem a força
nem a vontade que este tigre dos montes e elefante dos vales transparece… e
demonstra!
É com toda a satisfação que te damos os parabéns. E que estes
50 anos da tua vida sejam o prelúdio de outros tantos plenos de alegria e vigor
para poderes continuar na saga da descoberta de novos trilhos e de horizontes
brilhantes.
Viva o Batedor!!!
quinta-feira, 6 de junho de 2013
NA SENHORA DA ALEGRIA
COM TRISTEZA PELAS AUSÊNCIAS
O local do costume estava mais
povoado que o domingo anterior. De notar a presença do Riones que nos honrou com a sua companhia aproveitando uma visita a
casa do pai Tenor.
Ainda aguardamos alguns minutos
por termos a informação que o Pirata dos
Trilhos podia aparecer. Mas não, «Pirata de grilo!». Esperamos que seja
apenas alguma falta de vontade temporária porque a intensidade e o entusiasmo
que demonstrava era uma mais-valia importante para o grupo. Por isso vê la se
marcas presença para a próxima saída Pirata!
O Tenor até já propôs a retirada do
título a continuar o ritmo das faltas.
Riones sugeriu que gostaria
de visitar uma Senhora lá para os lados da Trofa e que ficou na sua memória
pelo empeno que deram ao jovem e inexperiente herdeiro do Mister.
Todos concordaram e logo de
seguida o Bat levou-nos pela rota do
Rojão até à Trofa.
Daqui até S. Gens (localidade
onde mora a Nª. Srª da Alegria), passeamos por caminhos e trilhos que dão
acesso aos muitos campos agrícolas que envolvem e caracterizam a região.
A transpiração brotou quando
encetamos a subida para a capela, porque, não sendo muito acentuada, é bastante
longa e desgastante.
O nosso objectivo estava cumprido
e depois de alguma conversa com um casal zelador do monumento aproveitamos para
tirar algumas fotos.
Veja-se a postura do Mandarilo
com ar de satisfação e firmeza por ter alcançado o seu desígnio, no momento em
que gozava o merecido repouso, sempre muito próximo e atento à sua máquina.
E o esforço dos nossos repórteres
fotográficos para conseguir uma imagem do conjunto completo.
Era hora de voltarmos pois a
distancia até Bairro ainda era considerável e o ritmo teria que ser suave mas
que deu para ciclicarmos cerca de 48km.
quarta-feira, 29 de maio de 2013
NA ROTA DAS CUEQUINHAS PERDIDAS
A “festa na aldeia”, pelo que vi,
impediu muita gente de comparecer no lugar do costume. Por isso, a manhã do Sr.
António começou por render menos já que havia apenas dois Bkenaturas para servir o café.
Ainda adiamos a saída por alguns
minutos mas nada.
É óbvio que um dos presentes só
podia ser o Bat., pois só com a sua
presença é que ousamos enveredar por caminhos e trilhos mais ou menos
explorados.
Foi o caso deste domingo quando
rumamos em direcção a Riba D’Ave para, já à entrada de Guardizela, encetarmos
uma incursão pelos montes que nos levaria a terras de Lordelo por trilhos por
todos nós calcorreados e outros ainda virgens na nossa memória.
Foi num destes descaminhos e depois
de desbravarmos muito terreno, que avistamos uma clareira e vários estradões
que lhe davam acesso. A curiosidade do nosso Batedor evidenciou-se quando
avistou uma espécie de barracão na sua encruzilhada e ao lado deste, uma pequena
árvore engalanada com um sortido de cuequinhas de todas as cores e feitios para
todos os gostos.
Depois de alguma especulação
sobre as causas de tal cenário e de chegarmos à conclusão que deveria ser obra
duma cegonha tresloucada que rouba cuecas dos estendais para fazer ali ninho???
(outras especulações poderão ser feitas), avançamos.
Mais uma vez entramos no
desconhecido e no masoquismo a que estamos habituados quando entramos em zonas de
extenso silvado e mato com abundância de urtigas.
Só depois de subirmos a um morro
de terra é que verificamos que estávamos no alto da pedreira de Lordelo donde
contemplamos o enorme buraco originado pela extracção de pedra.
O Garmin registou o track, mas
devia ficar desorientado ao ponto de acusar apenas 18km.
Até breve…
quarta-feira, 8 de maio de 2013
OS BIKENATURAS EM
MONTESINHO
A manhã de sábado começou cedo a ser movimentada junto à sede. Os Bikenaturas estavam
preparados para mais uma aventura. Porém, esta teve uma particular importância
porque, por um lado, pela primeira vez iriamos percorrer as terras raianas e
frias bragantinas, e por outro, iríamos usufruir da companhia dos nossos
familiares e alguns amigos, nos lugares mais bonitos que a região pode
oferecer.
Na verdade, já há algum tempo que o grupo manifestava a
vontade de percorrer uns trilhos no Parque Natural de Montesinho.
Também tínhamos a noção que a façanha requeria, pelo menos,
dois dias de atividade, por isso a necessidade de programar a estadia e cuidar
de alguma logística.
A ordem de arranque, tal como estava previsto foi por volta das 9 horas. Daqui até Gimonde apenas uma pequena paragem para o café e nos abastecer de pão numa padaria que os Bikenaturas já conheciam aquando a nossa visita à praia fluvial do Azibo.
A ordem de arranque, tal como estava previsto foi por volta das 9 horas. Daqui até Gimonde apenas uma pequena paragem para o café e nos abastecer de pão numa padaria que os Bikenaturas já conheciam aquando a nossa visita à praia fluvial do Azibo.
A Casa do Lúpulo, a Casa da Mestra e Casa da Escola foram o
nosso local de abrigo. Situadas na povoação de Gimonde pertencentes à empresa
de turismo A. Montesinho e que detinha, também, o restaurante D. Roberto que
nos serviu o almoço de sábado.
A casa do Lúpulo seria o centro das operações pois era a
única que estava ocupada só por nós e, depois de devidamente acomodados, o
nosso Batedor lembrou-nos ao que ali
vínhamos e deu-nos ordem para nos equipar.
O nosso amigo Vasco ainda esboçou uma tentativa de nos
acompanhar mas achou que iria massacrar demasiado a bicla do Mandarilo e depressa o bom senso o
demoveu de tal intento.
As primeiras pedaladas serviram para atravessar a povoação
calada e serena, de ruas empedradas e casas antigas de granito e xisto.
Depois de passarmos a ponte que une as margens do rio Igreja
que banha a localidade guinamos monte acima por um trilho que nos elevou
durante cerca de 6km e que me provocou uma saudade imensa de apertar a manete
dos travões.
No entanto, o cansaço deu lugar à satisfação quando já em
pleno planalto deparamo-nos com uma clareira deslumbrante de castanheiros
ancestrais de muita beleza envoltos numa paisagem idílica.
Daqui até a povoação de Babe rodamos ao sabor da natureza e
ao ritmo da sua beleza.
Nesta povoação tentamos alguma informação na orientação do
percurso. Foi-nos sugerido uma passagem pela aldeia de Gafães e uma abordagem
ao aeroporto. A verdade é que o Batedor
não resistiu a um trilho que nos levaria a descer por uma ribanceira rumo ao desconhecido.
Penso mesmo que optou por este trilho porque teria a certeza que, assim, iria
subir de seguida. Depois de alguma desorientação e alguma incerteza do rumo a
tomar descobrimos um atalho que nos levaria novamente até Babe.
Como já tínhamos a informação que tinham acendido as brasas e
que o repasto estava a ser preparado apressamos o regresso descendo pelo mesmo
trilho que inicialmente subíramos apercebendo-nos, então, daquilo que subimos.
A casa do Lúpulo já se encontrava bastante movimentada e bem
aquecida não só pelo calor humano mas, também, pela lareira que fazia crepitar
a lenha que consumia.
O presunto, o chouriço, os queijos, etc. e de seguida os grelhados que os nossos convidados e amigos Domingos e Vasco coadjuvados pelo Querqus e o Mister (estes, por razões diversas, não puderam acompanhar-nos) preparavam afincadamente e, por fim, uma panóplia de doces caseiros com que as nossas esposas contribuíram enchiam uma mesa que nos iria alimentar toda a noite bem regada por néctar de diferentes naturezas.
O presunto, o chouriço, os queijos, etc. e de seguida os grelhados que os nossos convidados e amigos Domingos e Vasco coadjuvados pelo Querqus e o Mister (estes, por razões diversas, não puderam acompanhar-nos) preparavam afincadamente e, por fim, uma panóplia de doces caseiros com que as nossas esposas contribuíram enchiam uma mesa que nos iria alimentar toda a noite bem regada por néctar de diferentes naturezas.
Mas o que alimentou o serão de boa disposição foi, sem
dúvida, a alegria e o humor libertada pelo Domingos que com os seus comentários
incisivos e as suas estórias brejeiras e jocosas animavam o ambiente.
Chegou a hora do merecido repouso até porque pela manhã
estava prevista uma grande caminhada pelos montes adjacentes.
Após o pequeno almoço servido na taberna e restaurante
Roberto a Esmeralda (esposa do Mister),
incitou-nos a fazer um percurso sugerido por um dos moradores, de cerca de 6km.
Em boa hora o fizemos pois esta caminhada revelou-nos quão
bela é esta paisagem preenchida com uma vasta fauna e uma flora harmoniosa.
Era tempo de deixar a casa do Lúpulo e de montar arraial
noutras bandas.
Como sempre, o nosso Bat.
Já tinha o destino em mente e depois de sairmos das terras de Bragança virou em
direção a Vila Pouca de Aguiar. Após passarmos a Jales [(região por nós já
conhecida pelas várias incursões que os Bikenaturas aqui realizaram (ver
relatoshttp://bikenaturas.blogspot.pt/2010/04/puf-rota-do-ouro-take-ii.html e http://bikenaturas.blogspot.pt/2010/04/lama-que-se-tornou-ouro.html)] viramos à direita para encontrarmos uma casa da guarda florestal abandonada.
O local era ideal para estender as toalhas de mesa e acender novamente
o grelhador.
O experiente Domingos não perdeu tempo e enquanto depunham as
sobras da noite anterior, as costelas, a picanha, as chouriças, as
barriguinhas, etc. já saíam a bom ritmo do grelhador.
Porém as horas não paravam e era tempo de retomarmos o
caminho de regresso, não sem antes fazermos uma curta paragem em Vila Pouca
para o devido cafezinho.
E pronto pessoal! Estava o anseio do El Presidente, dos Bikenaturas e dos amigos e amigas
dos Bikenaturas
realizado. Um fim de semana, sem dúvida, bem passado onde a boa
disposição e a alegria preponderou e um lamento apenas pelas ausências
verificadas.
É um evento que recomendamos, com toda a certeza.
segunda-feira, 25 de março de 2013
Na Peneda com os amigos BTTPINOCO
Foi com todo o gosto que recebemos o convite dos nossos amigos BTTPINOCO
para participarmos neste passeio ao Parque da Peneda-Gerês.
domingo, 10 de março de 2013
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