Próxima saída sabado 26 Maio pelas 7,30 horas na Paluse .

quinta-feira, 6 de junho de 2013


NA SENHORA DA ALEGRIA COM TRISTEZA PELAS AUSÊNCIAS

 
O local do costume estava mais povoado que o domingo anterior. De notar a presença do Riones que nos honrou com a sua companhia aproveitando uma visita a casa do pai Tenor.
Ainda aguardamos alguns minutos por termos a informação que o Pirata dos Trilhos podia aparecer. Mas não, «Pirata de grilo!». Esperamos que seja apenas alguma falta de vontade temporária porque a intensidade e o entusiasmo que demonstrava era uma mais-valia importante para o grupo. Por isso vê la se marcas presença para a próxima saída Pirata! O Tenor até já propôs a retirada do título a continuar o ritmo das faltas.

 
 Riones sugeriu que gostaria de visitar uma Senhora lá para os lados da Trofa e que ficou na sua memória pelo empeno que deram ao jovem e inexperiente herdeiro do Mister.


 
Todos concordaram e logo de seguida o Bat levou-nos pela rota do Rojão até à Trofa.
Daqui até S. Gens (localidade onde mora a Nª. Srª da Alegria), passeamos por caminhos e trilhos que dão acesso aos muitos campos agrícolas que envolvem e caracterizam a região.


A transpiração brotou quando encetamos a subida para a capela, porque, não sendo muito acentuada, é bastante longa e desgastante.

 
O nosso objectivo estava cumprido e depois de alguma conversa com um casal zelador do monumento aproveitamos para tirar algumas fotos.


Veja-se a postura do Mandarilo com ar de satisfação e firmeza por ter alcançado o seu desígnio, no momento em que gozava o merecido repouso, sempre muito próximo e atento à sua máquina.
 
 
 
E o esforço dos nossos repórteres fotográficos para conseguir uma imagem do conjunto completo.

Era hora de voltarmos pois a distancia até Bairro ainda era considerável e o ritmo teria que ser suave mas que deu para ciclicarmos cerca de 48km.

 

quarta-feira, 29 de maio de 2013


 
NA ROTA DAS CUEQUINHAS PERDIDAS 

A “festa na aldeia”, pelo que vi, impediu muita gente de comparecer no lugar do costume. Por isso, a manhã do Sr. António começou por render menos já que havia apenas dois Bkenaturas para servir o café.
Ainda adiamos a saída por alguns minutos mas nada.
É óbvio que um dos presentes só podia ser o Bat., pois só com a sua presença é que ousamos enveredar por caminhos e trilhos mais ou menos explorados.
Foi o caso deste domingo quando rumamos em direcção a Riba D’Ave para, já à entrada de Guardizela, encetarmos uma incursão pelos montes que nos levaria a terras de Lordelo por trilhos por todos nós calcorreados e outros ainda virgens na nossa memória.

 
Foi num destes descaminhos e depois de desbravarmos muito terreno, que avistamos uma clareira e vários estradões que lhe davam acesso. A curiosidade do nosso Batedor evidenciou-se quando avistou uma espécie de barracão na sua encruzilhada e ao lado deste, uma pequena árvore engalanada com um sortido de cuequinhas de todas as cores e feitios para todos os gostos.
Depois de alguma especulação sobre as causas de tal cenário e de chegarmos à conclusão que deveria ser obra duma cegonha tresloucada que rouba cuecas dos estendais para fazer ali ninho??? (outras especulações poderão ser feitas), avançamos.
Mais uma vez entramos no desconhecido e no masoquismo a que estamos habituados quando entramos em zonas de extenso silvado e mato com abundância de urtigas.

Só depois de subirmos a um morro de terra é que verificamos que estávamos no alto da pedreira de Lordelo donde contemplamos o enorme buraco originado pela extracção de pedra.
O Garmin registou o track, mas devia ficar desorientado ao ponto de acusar apenas 18km.

Até breve…

quarta-feira, 8 de maio de 2013

OS BIKENATURAS EM MONTESINHO
 
A manhã de sábado começou cedo a ser movimentada junto à sede. Os Bikenaturas estavam preparados para mais uma aventura. Porém, esta teve uma particular importância porque, por um lado, pela primeira vez iriamos percorrer as terras raianas e frias bragantinas, e por outro, iríamos usufruir da companhia dos nossos familiares e alguns amigos, nos lugares mais bonitos que a região pode oferecer.
Na verdade, já há algum tempo que o grupo manifestava a vontade de percorrer uns trilhos no Parque Natural de Montesinho.
Também tínhamos a noção que a façanha requeria, pelo menos, dois dias de atividade, por isso a necessidade de programar a estadia e cuidar de alguma logística.

A ordem de arranque, tal como estava previsto foi por volta das 9 horas. Daqui até Gimonde apenas uma pequena paragem para o café e nos abastecer de pão numa padaria que os Bikenaturas já conheciam aquando a nossa visita à praia fluvial do Azibo.

 
A Casa do Lúpulo, a Casa da Mestra e Casa da Escola foram o nosso local de abrigo. Situadas na povoação de Gimonde pertencentes à empresa de turismo A. Montesinho e que detinha, também, o restaurante D. Roberto que nos serviu o almoço de sábado.

 
A casa do Lúpulo seria o centro das operações pois era a única que estava ocupada só por nós e, depois de devidamente acomodados, o nosso Batedor lembrou-nos ao que ali vínhamos e deu-nos ordem para nos equipar.

 
O nosso amigo Vasco ainda esboçou uma tentativa de nos acompanhar mas achou que iria massacrar demasiado a bicla do Mandarilo e depressa o bom senso o demoveu de tal intento.
As primeiras pedaladas serviram para atravessar a povoação calada e serena, de ruas empedradas e casas antigas de granito e xisto.

 
Depois de passarmos a ponte que une as margens do rio Igreja que banha a localidade guinamos monte acima por um trilho que nos elevou durante cerca de 6km e que me provocou uma saudade imensa de apertar a manete dos travões.
No entanto, o cansaço deu lugar à satisfação quando já em pleno planalto deparamo-nos com uma clareira deslumbrante de castanheiros ancestrais de muita beleza envoltos numa paisagem idílica.

 
Daqui até a povoação de Babe rodamos ao sabor da natureza e ao ritmo da sua beleza.
Nesta povoação tentamos alguma informação na orientação do percurso. Foi-nos sugerido uma passagem pela aldeia de Gafães e uma abordagem ao aeroporto. A verdade é que o Batedor não resistiu a um trilho que nos levaria a descer por uma ribanceira rumo ao desconhecido. Penso mesmo que optou por este trilho porque teria a certeza que, assim, iria subir de seguida. Depois de alguma desorientação e alguma incerteza do rumo a tomar descobrimos um atalho que nos levaria novamente até Babe.
 
 
Como já tínhamos a informação que tinham acendido as brasas e que o repasto estava a ser preparado apressamos o regresso descendo pelo mesmo trilho que inicialmente subíramos apercebendo-nos, então, daquilo que subimos.
A casa do Lúpulo já se encontrava bastante movimentada e bem aquecida não só pelo calor humano mas, também, pela lareira que fazia crepitar a lenha que consumia.



O presunto, o chouriço, os queijos, etc. e de seguida os grelhados que os nossos convidados e amigos Domingos e Vasco coadjuvados pelo Querqus e o Mister (estes, por razões diversas, não puderam acompanhar-nos) preparavam afincadamente e, por fim, uma panóplia de doces caseiros com que as nossas esposas contribuíram enchiam uma mesa que nos iria alimentar toda a noite bem regada por néctar de diferentes naturezas.

 
Mas o que alimentou o serão de boa disposição foi, sem dúvida, a alegria e o humor libertada pelo Domingos que com os seus comentários incisivos e as suas estórias brejeiras e jocosas animavam o ambiente.
 
Chegou a hora do merecido repouso até porque pela manhã estava prevista uma grande caminhada pelos montes adjacentes.
Após o pequeno almoço servido na taberna e restaurante Roberto a Esmeralda (esposa do Mister), incitou-nos a fazer um percurso sugerido por um dos moradores, de cerca de 6km.
Em boa hora o fizemos pois esta caminhada revelou-nos quão bela é esta paisagem preenchida com uma vasta fauna e uma flora harmoniosa.

 
Era tempo de deixar a casa do Lúpulo e de montar arraial noutras bandas.
Como sempre, o nosso Bat. Já tinha o destino em mente e depois de sairmos das terras de Bragança virou em direção a Vila Pouca de Aguiar. Após passarmos a Jales [(região por nós já conhecida pelas várias incursões que os Bikenaturas aqui realizaram (ver relatoshttp://bikenaturas.blogspot.pt/2010/04/puf-rota-do-ouro-take-ii.html e http://bikenaturas.blogspot.pt/2010/04/lama-que-se-tornou-ouro.html)] viramos à direita para encontrarmos uma casa da guarda florestal abandonada.

 
O local era ideal para estender as toalhas de mesa e acender novamente o grelhador.
O experiente Domingos não perdeu tempo e enquanto depunham as sobras da noite anterior, as costelas, a picanha, as chouriças, as barriguinhas, etc. já saíam a bom ritmo do grelhador.
Porém as horas não paravam e era tempo de retomarmos o caminho de regresso, não sem antes fazermos uma curta paragem em Vila Pouca para o devido cafezinho.
E pronto pessoal! Estava o anseio do El Presidente, dos Bikenaturas e dos amigos e amigas dos Bikenaturas realizado. Um fim de semana, sem dúvida, bem passado onde a boa disposição e a alegria preponderou e um lamento apenas pelas ausências verificadas.
É um evento que recomendamos, com toda a certeza.
Os Bikenaturas agradecem o empenho e a simpatia que nos dispensaram.
                                                                 

                                                           Album completo
 
 
 

segunda-feira, 25 de março de 2013

Na Peneda com os amigos BTTPINOCO

Foi com todo o gosto que recebemos o convite dos nossos amigos BTTPINOCO
para participarmos neste passeio ao Parque da Peneda-Gerês.
 
 
 

domingo, 10 de março de 2013

                                ANSEIO PRESIDENCIAL .........

                                       8 BIKENATURAS Para ::::Ride a Bike VIII::::

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013


O EMPENO PRESIDENCIAL

Após um breve período de hibernação provocado, ora por alguma maleita, ora por que as condições climatéricas desfavoráveis registadas não o permitiam, lá regressaram as nossas saídas domingueiras.
 

Confesso que tive uma agradável surpresa ao verificar que o grosso do pelotão tinha aumentado.
 
 

É verdade, da primeira vez o Mister trousse consigo o jovem Nuno e o tenor angariou mais dois elementos: o Armindo Sá, ao qual lhe foi atribuído o cognome de Mandarilo e o Manuel, com o nome de guerra de Pirata dos Trilhos. Ambos menos jovens mas com muita garra e força nas “canetas”. E, pelo que deram a mostrar revelaram-se bem capazes de poderem ingressar em pleno nos Bikenaturas – proposta a fazer, certamente, na próxima Assembleia geral, haja quórum para isso. (não me levem muito a sério).
 

No primeiro domingo o nosso batedor começou por nos levar a recordar alguns trilhos por nós baptizados inseridos na Rota do Esquilo. Percursos mais ou menos suaves, pois tinha que testar as capacidades dos novatos. A manhã passou-se com boa disposição, muita alegria e claro algum cansaço.
 

Este domingo, rumamos em direcção às terras de Burgães pelo trilho da foz do rio Vizela até à estrada nº.105 que nos deu acesso a calcorrear um caminho estreito e acidentado em direção aos socalcos das encostas dos montes de Rebordões e Burgães.
 
Alguém lembrou uma visita ao rio Leça mas todos sabemos que o nosso batedor não resiste à tentação da descoberta de um trilho novo e perde-se nas incursões alheias.

 



A direcção era a Sul e com mais algumas pedaladas estávamos em Refojos de Riba d ‘Ave onde demonstramos a nossa capacidade de pedalar na lama sem qualquer tipo de queda e que nos abriu o apetite para o habitual reforço calórico.
 
Atravessamos novamente a estrada nº. 105 em Lamelas onde percorremos alguns caminhos e trilhos que para mim se revelaram muito desgastantes mas que deu para chegar a Santa Cristina do Couto onde recuperamos algum fôlego.
A intenção era regressarmos passando pelo parque da Rabada pelo trilho adjacente á margem esquerda do Rio Ave por nós já sobejamente conhecido.
 
 
Contudo, no final deste trilho, quase a chegar a Caniços, deu para apreciar e notar o quanto o ambiente está transformado ao contemplarmos um bando de gaivotas a flutuar no rio Ave e empoleiradas no telhado duma casa semi-submersa.
 
Já na parte final reparei que o nosso Tenor vinha um bocado intrigado, acabando por me confessar não compreender como é que os novatos ainda não tinham furado. “ Pois é Tenor, o tempo esvai-se e as tuas qualidades esotéricas deixam de surtir efeito (pelo menos a quem elas são supostamente dirigidas), pois o único a ser atingida por elas foi o Mister”. Também é normal que tanto o Mandarilo como o Pirata dos Trilhos não de deixem intimidar por essas coisas do além.
Porém, foi na subida mais longa deste que percebi que estava a levar o empeno de todo o tamanho ao ponto de ter que ser rebocado pelo nosso Mister, ainda que por breves momentos, na subida de Caniços.     [OBRIGADO MISTER!!!!.]
Ao escrever este relato lembro com saudade a necessidade que temos do nosso Skriba, dos conhecimentos do nosso Querqus e dos debates acérrimos e brejeiros que mantinha com o Ninja e que bom seria disfrutarmos novamente das suas companhias nas manhãs de domingo.
Aqui fica o apelo.
                                                                                                                             El Presidente
 
 
Clique para ver álbum completo.


 https://picasaweb.google.com/101714604101552715873/25DeFevereiroDe2013?authuser=0&authkey=Gv1sRgCOyRrcnXgcixDg&feat=directlink

 

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Voltinha pelos trilhos do esquilo..com os nossos amigos:


 NUNO o ARMINDO e o MANUEL.


 

domingo, 6 de janeiro de 2013