Próxima saída sabado 26 Maio pelas 7,30 horas na Paluse .

domingo, 6 de março de 2011

E DE REPENTE…! SOMOS 9

MARCAMANO é o nosso novo elemento. Confesso que não sei o significado do seu nome, e após várias buscas para satisfazer a minha curiosidade, não obtive qualquer resultado. O nome é portentoso e, na realidade, assenta-lhe bem.

Não haja dúvidas que o novo BiKeNaTuRA é um poço de força e um mar de resistência. Será, com certeza, uma aquisição que dará, ainda, mais consistência e robustez ao grupo.

É com todo o gosto que te recebemos, Hugo.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

JÁ SOMOS 8

Pois é pessoal, mais vale tarde do que nunca. Tal como sugeriu o Scriba, cabe ao Presidente dar as boas-vindas ao novo Bikenatura.
RIONES de seu nome. È sempre bom saber que o grupo está mais rejuvenescido e que já temos elementos de duas gerações diferentes. E, tal como o pai Tenor domina o canto e detém o requinte da voz, Riones surpreende-nos com as suas habilidades ao ponto de prescindir, por largas dezenas de metros, da roda da frente da sua bicla (o que não impede que ela também fure). E, se para já ainda denota alguma falta de ritmo – o que a mim até dá um certo jeito – temo que daqui a poucas jornadas já não conseguimos segurar nele.

Apesar de tudo, podes ter a certeza, que serás sempre bem -vindo.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

MARMELADA COM SABOR A PATANISCAS...

Este foi o 12º Passeio (salvo erro) dos BiKeNaTuRaS. Após o Rojão nada melhor que uma sobremesa doce - Marmelada. Assim partimos do local habitual, já com um pouco de atraso que viríamos a ultrapassar pela cadência imposta por mim, para chegar à sede da organização do evento em questão - BTTEATRO em Joane. 
Decorridos poucos minutos iniciou-se a II Rota da Marmelada com +/- 180 betetistas ávidos de terra e de empenos. 
Depois de passar pela Igreja  de Joane apontámos as "burras" para o tão desejado monte de Airão (penso eu) onde basicamente se desenrolou toda a II Rota. 
Os trilhos foram muito bons, quase todos conhecidos por nós, com a natureza sempre presente tanto a nível ocular como olfactivo. 
Devido à hora já avançada e à chuva que caía copiosamente os BiKeNaTuRaS tiveram de abandonar, já muito perto do local onde estava a marmelada, a rota sem provar a tão desejada sobremesa...sim porque depois de termos comido até aí tantas "pataniscas" ...
Em relação à organização nada a dizer de negativo. Ela foi sempre segura e proporcionou aos "atrasados" sempre um apoio psicológico importante para afastar a desistência. 
Para terminar salientamos a excelente convivência e a boa disposição entre betetistas onde a solidariedade para com os mais "fracos" foi notória.

Por tudo isto parabéns  à ATC- BTTEATRO pelos bons momentos de BTT...

Resta-me salientar, mais uma vez, a ausência do Quercus que desde o 4 de Dezembro de 2010 não pedala connosco...BORA LÁ QUERCUS! A tua presença é imprescindível... 
O Skriba
Foram marmelados 42 km

Os BiKeNaTuRaS:
 e 


segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Um ODE aos Bikenaturas

Vamos...

Por entre montes, montanhas e vales

Vinhedos, vinhas e milheirais

Nós vamos.

Trilhando caminhos, ladeiras e pinhais

Encostas, rios e charcos.

E andamos

A ouvir melros, pegas e pardais.

Vimos muitos outros animais

Vimos tantas, tantas coisas.

Contemplamos verdes campos e papoilas

E rumamos

A norte, a sul e ao tempo,

Ao sol, à chuva e ao vento

Ah! E à neve em algum momento,

Mas vamos

Com a nossa força toda

E a vontade que nos sustenta

Vertemos a nossa alegria

Que com suor e dor nos alenta.

E se alguma dúvida houvesse

Que grupo assim exista ou não

Nós dizemos companheiros

Os BIKENATURAS…? São.



                                                                                    in Poesia do Raio

domingo, 23 de janeiro de 2011

LITORAL QUE SE FEZ TARDE...

Este já é , salvo erro, o oitavo passeio onde aliámos as rodas das nossas biclas às do "Cavalo de Ferro".
Deste passeio ,além da boa disposição, ficarão para os arquivos os dois "Carneiros" que nos honraram com as suas presenças e a hora tardia em que os BiKeNaTuRaS chegaram a casa. Deste modo esta jornada, se vier a ser revisitada, deverá ser feita sem stress e prolongada até à Póvoa porque ficou tanta coisa lindíssima para apreciar. Para isso deverá contemplar a manhã e a tarde...

Foram rolados 69 km.

Os BiKeNaTuRaS:
 , e  

Os nossos amigos "Carneiros":
 e 


domingo, 16 de janeiro de 2011

(EM)PENEDO DAS LETRAS

O Domingo começou como o costume. Estava ameno e não havia indícios de chuva, tempo ideal para complementarmos a jornada anterior. O objectivo era alcançar o Penedo das Letras. Como na semana anterior, seguimos em direcção a Vale de S. Cosme. A partir daqui alteramos o percurso. E se na primeira tentativa abordamos o monte através de Telhado e que, apesar de muita informação solicitada (até duas gralhas se prestaram a isso), não conseguimos localizar o tão desejado penedo, desta feita, seguimos o rumo de Sezures, abordando o monte pela vertente oeste. Até chegar a ele já tivemos que fazer algumas subidas íngremes por caminhos estreitos de alcatrão, que nos provocou muito desgaste físico. Desistir…!? Nem pensar. Recompusemo-nos, ávidos por um momento de literatura pétrea.

   Rumamos monte acima, agora por trilhos em terra e muito complicados, não só pela sua inclinação, mas também devido aos muitos sulcos provocados pelas últimas chuvadas.
   Sem nos darmos conta, já estávamos no entroncamento de trilhos em que abdicamos no Domingo anterior. Facto que viria a repetir-se pelo nosso Scriba que, com muita pena sua e por motivos pessoais – confessou – não poderia prosseguir. Da mesma forma, mas por razoes altruístas e solidárias, estamos certos, se decidiu o nosso Tenor

   Depois de alguma indecisão do caminho a seguir e, pedido um parecer ao nosso Batedor, ele foi peremptório: - Vamos por este – Disse. Claro, como o costume, numa situação de dúvida, o Zé não hesita. Era o trilho que ia em direcção ao céu. Afoitos e decididos a lograr o intento que nos propusemos, rumamos ao inferno. Até as nossas biclas suplicaram para que lhes desse descanso.


   Foi o que fizemos quando avistamos o que pensávamos ser o dito penedo. Pedras? Havia muitas. Mas depois de as pesquisar uma a uma, nada de letras. Notava-se, pela pedra partida, que o local seria uma pedreira o que nos fez pensar que, talvez, tivessem destruído a obra. Passou-nos pela cabeça uma pequena tranquibérnia: “- Tira-se uma foto a um penedo e o nosso Scriba fará uma montagem com umas letras a preceito “. Sugeri. …Não! Nem pensar. Desde logo, o Scb. não iria embarcar nesta patetice e por outro lado o Bat. estava mesmo decidido a descobrir o pedregulho.
   Notava-se que o Wolf, ainda a recuperar da maleita que o tinha acometido na semana anterior, revelava alguma exaustão, mas o local e o momento ainda não era o ideal para o almejado lanche. 


   Depois de percorrermos vários trilhos, entre pinheiros e eucaliptos, e sem vermos viva alma, foi com um sorriso esforçado que perguntamos, mais uma vez pelo dito- cujo, a um casal de jovens que descia a encosta guiados por um cão a mostrar ser bem tratado. Depois de nos olhar bem no rosto, lá responderam com um sorriso que, a mim, me pareceu um pouco sarcástico como que a dizerem, “estes nunca mais chegam lá!” como os velhos do Restelo: - É sempre em frente! Exclamaram.

   Em frente e mais uma vez a subir. Este trilho parecia nunca mais ter fim. Realmente o céu parecia estar cada vez mais perto. Ora descansando um pouco, ora dando descanso às nossas burras, (só o batedor foi capaz de a dominar até ao topo), chegamos ao cimo do monte.
Finalmente um pequeno planalto com muitos caminhos aqui a desembocar. Algum deles iria, com certeza, chegar ao nosso desígnio.
Após uma curta prospecção, conseguimos vislumbrar um pinoco encimado por uma cruz em pedra. Teria de ser ali.


   Chegamos. O que nunca pensei, foi que o dia fosse de romaria para os betetistas. Na verdade, aquando a nós, um enorme grupo alcançava o penedo vindo da encosta sudeste, grande parte deles, apeados e a empurrar as suas biclas.

   Alguns minutos depois, outro grupo chegava atrás de nós, também, totalmente estafados.

Depois de tirarmos as fotos da praxe, começamos a pensar no lanche, mas naquele sítio começava a haver muita concorrência para ele. 
Claro que a solidariedade é algo que nos fica bem e que não a refutamos, mas, na verdade, não o poderíamos ser para com todos e por isso procuramos num pequeno descampado situado mais abaixo, o momento tão desejado. 

   Seria neste momento que recebemos uma chamada do nosso Tenor a querer inteirar-se da situação. Lembro-me de lhe ter dito que se podia ver Braga, (sem ser por um canudo), pela vertente Norte. Disse-lhe, também, que no momento da passagem de um avião pelo local, tivemos a sensação do cheiro a combustível e da reacção do ar por ele provocado. Por isso, meus caros companheiros, não precisamos de ter asas para chegar tão alto. Uma CBF de ferro fundido, a trituradora do Wolf, as duas rodas rolantes do Batedor e a vontade dos Bikenaturas põem as nuvens aos nossos pés e o céu ao alcance das mãos.
   Eram cerca de 11H30 quando encetamos a viagem de regresso. Optamos pelos trilhos que já conhecíamos do Domingo anterior, á excepção de um que o tivemos que descer com muito cuidado devido aos sulcos que atrás referi, e que nos trouxe até Telhado.



Daqui até Bairro foi sempre a rolar empurrados por vários aromas gastronómicos que de vez em quando sobravam das cozinhas da região.

Foi duro mas conseguimos.
El Presidente
Os montadores das "burras" penaram durante 42 km.

Os BiKeNaTuRaS "Duros":
, e 

Os BiKeNaTuRas " Semi-Duros":
  





domingo, 2 de janeiro de 2011

PRIMEIRAS PEDALADAS DE 2011

     Deste modo éramos 5 dos 7 BiKeNaTuRaS  aparecer no local do costume que pela segunda vez consecutiva tivemos de mudar de local devido à abertura tardia do mesmo. 
     Como é usual, sobretudo na ausência do Batedor, ninguém tinha planeado a rota a seguir. Assim o nosso Presidente exortou que o rumo poderia ser Santo Tirso. Como o Presidente não exorta mas ordena lá fomos nós até à cidade dos Jesuitas utilizando alguns trilhos bem conhecidos por nós.
     Chegados aí fomos surpreendidos pelo evento que estava a decorrer... a 13ª São Silvestre. Como desportistas natos ficámos a admirar os atletas a aquecer, a conviver, a ultimar pormenores e tivemos a honra de ver  chegar os vencedores da Prova dos Jovens. Mas como a nossa "prova" era outra apontámos as burras para Santa Cristina do Couto. Bem perto da Adega Cooperativa entrámos num trilho que nos ia levar a um ribeiro que mais tarde iria ser o ponto mais alto do passeio. 
     Seguimos viagem até Tarrio utilizando mais uns trilhos que nos iam levar até bem perto de Santo Tirso.  Por esses trilhos contactámos com vários "lagos" nos quais os BiKeNaTuRaS chapinaram sem preconceitos. Apelamos aqui à sapiência  de alguém que possa nos elucidar sobre isto... Neve não é!

     E... lá chegámos ao tal ribeiro onde a passagem para a outra margem foi alcançada somente após um momento anfíbio. Satisfeitos com a adrenalina sentida "re-atravessámo-lo" e aproveitámos para lanchar. Enquanto retemperávamos forças apareceu um grupo bem numeroso ao qual incitámos a travessia do ribeiro ao qual declinou o convite suspeitando de alguma armadilha.... O nosso Tenor pouco satisfeito com essa "nega" montou a sua "cabrita" e mostrou-lhes de que são feitos os BiKeNaTuRas e de seguida  imitámo-lo.  Enfim! confesso que se fosse ao contrário eu também duvidava da "seriedade" dos colegas de bicla.
     A partir daí passámos pelo "Pão de Açúcar"  e mais à frente virámos à esquerda em direcção ao Areal onde apanhámos a estrada para a Srª da Assunção. Virámos para Burgães e num ápice chegámos a Bairro.
     E pronto terminou a primeira saída de 2011 onde foi salutar, como sempre, a boa disposição entre os BiKeNaTuRaS.
    Ficam aqui duas notas: a primeira é a ausência, que já se torna preocupante, do Quercus e a segunda relaciona-se com a sempre bem disposta participação do Ninja
O Skriba

Foram ultrapassados 33 km com cheirinho a aletria...

Os BiKeNaTuRaS:
      e  





domingo, 5 de dezembro de 2010

VIVA A NEVE, VIVA O BACALHAU E VIVA O PITO

Este passeio serviu para levar os BiKeNaTuRaS a um sítio tão amado por mim e pelo Ninja. Sítio esse que só se vai para comer e como adoramos aliar os talheres às biclas nenhum BiKeNaTuRaS se fez esquisito. Igualmente serviu Pedraído para reunir os BiKeNaTuRaS no seu habitual, neste caso, almoço de Natal.
Esta jornada teve três partes: 1ª Passeio de bicla; 2ª Almoço; 3ª Passeio pedestre.
Sendo assim a 1ª  parte começou com a partida de Bairro às 9h em direcção a Pedraído passando por Guimarães para apanhar o Ninja. Chegámos a dita freguesia por volta das 10h30 já com a tal bica já no bucho. 

O cenário era alvo e gélido o que levou os BiKeNaTuRaS a desejar um sofá perto de uma lareira. Mas lá fomos retirando as burras e equipando-nos sob os olhares esbaforidos das aldeãs que por vezes abanavam a cabeça. Como não tínhamos a menor ideia por onde começar fomos presenteados por dois jovens, o Ismael e o João, que andavam por aí a brincar com as suas gingas. 

De imediato ofereceram-se para nos guiar pelos caminhos e trilhos por aí existentes. Lá fomos nós atrás destes cicerones que usavam e abusavam das biclas com uma destreza de PRO. Tudo começou por um downhill escorregadio até a um ribeiro.

 Encetámos uma subida bem rude devido ao pavimento, talvez românico, que não deixava a borracha aderir.

A vegetação era deslumbrante ao ponto de nos obrigar a contemplá-la.

 Continuámos através de um trilho murado bem pitoresco onde a flora permanecia a seu belo prazer.

Passámos por um "hipermercado" ambulante e por uma Junta de Freguesia bem invulgar.

A partir daí os pneus começaram a contactar com mais frequência a neve. De facto a neve proporciona momentos inesquecíveis.

Chegou o momento em que os cicerones tiveram de nos "largar". Ficam aqui os nossos agradecimentos a este dos jovens  por nos ter guiado e bem guiados.

A partir daqui ficámos sem "GPS" e lá fomos, como é hábito, sem saber ao certo por onde ir. Mas, já habituados a estas desorganizações guiadas lá nos desenrascámos. Fomos dar a uma povoação onde o nosso Presidente quis mostrar aos restantes que apesar de quinquagenário ainda tem muita força.

Depois deste momento de halterofilia iniciámos uma descida bastante deslizante onde todos os cuidados eram poucos.

A seguir a uma descida vem...uma subida claro! Então lá subimos alguns quilómetros ladeados de neve e por uma paisagem lindíssima.

Chegados ao cimo houve momentos de descanso e de "Street Dance"

De seguida descemos em direcção à Lagoa (penso eu) onde apanhámos a EM614 em direcção a Fafe onde mais à frente está o Parque Eólico de Fafe2.
 

Já perto de Pedraído virámos à direita para Barras, passando por Quintas e por Souto onde o panorama continuava branco.
  

Chegados a Pedraído fomos "recebidos" com um tapete de flores que teríamos de partilhar com o Bispo de Braga. 

E pronto a passeata de ginga na neve estava terminada e restava-nos registar na máquina fotográfica os BiKeNaTuRaS no coreto desta povoação.

E veio a segunda parte que foi o tão desejado almoço em casa da Srª Maria.
Para mim e para o Ninja comer em casa da Srª Maria é um prazer divinal e espero que para os restantes BiKeNaTuRaS o passe a ser também. Para quem não conhece basta dizer que não é nenhuma casa aberta ao público, a única coisa aberta é a "venda" pela qual temos de passar para entrar na cozinha da tão amável Srª Maria. Aí se encontrava o patriarca da família, o Sr. Abel, que descansava na sua famigerada poltrona colada à aconchegante lareira.  Feitas as apresentações passámos para a mesa onde estavam chouriças, azeitonas e pão de milho caseiras que regalaram os BiKeNaTuRaS.
 

De seguida veio o bacalhau assado na lareira com batatas à murro...Uma delícia!

Finalmente veio o tão desejado Arroz de Cabidela. Como eu não aprecio os galináceos e muito menos  sangue, e não sou Jeová, não me posso prenunciar sobre a sua apreciação. No entanto sempre que levámos pessoal novo a palavra excelente é proferida tanto para este pitéu como para o vinho do Sr.Abel.
 


Os doces brancos da festa e as tangerinas caseiras puseram um termo à ginástica maxilar. Por fim o café foi regado com o bagaço do Sr.Abel...Confesso que não consigo resistir é bom demais e só aqui é que bebo bagaço.

Devido à vinda do Sr.Bispo de Braga a esta localidade tivemos de abreviar o nosso repasto.
Juntos aos nossos veículos pairava um clima quente, alegre e fumoso. Fumoso!?... Os que provaram do néctar dos Deus do Sr.Abel até fumavam... 


E surgiu a Terceira parte...
- Onde vamos agora? perguntou alguém.
- Vamos à barragem da Queimadela! retorquiu não sei quem.
E lá fomos nós em direcção à barragem. Esta barragem dispõe de espaços de lazer, de pesca e prática de desportos não poluentes. Conta ainda com um parque de campismo e percursos pedestres. Assim iniciámos uma caminhada ao longo da margem direita da albufeira até aos Rápidos do Rio Vizela. Já agora a dúvida entre o Ninja e o Quercus ficará dissipada aqui. Posso dizer que não há nada melhor para desentorpecer as tripas do que uma caminhada, debaixo das árvores do parque, pela margem direita da albufeira até aos Rápidos do Rio Vizela. A boa disposição e o espírito ambientalista elevaram-se neste espaço paradisíaco.

E pronto mais uma aventura que terminou da melhor maneira e já ansiamos pela próxima.
O Skriba

   Gostei. Foi bom saborear aquela delícia de bacalhau secundado por um pica-no-chão também muito saboroso e regado por um néctar ultra suave e quente e que, lamentavelmente, nem todos gostam de saborear. Tudo isto a ser servido ao som do crepitar das canhotas a arder no fogão de sala muito carinhosamente alimentado pelo sr. Abel que, pela postura e pelas tarefas, presumo que seja o presidente da casa conforme reza o placar lá afixado.
   Mas não pensem que foi só manjar! Para o ganhar tivemos que penar muito conforme relata muito bem o nosso Scriba. Gostei de me envolver na neve: de a sentir crocante em cima das nossas biclas; de a carregar nos ombros; e acima de tudo, de a admirar no horizonte.
   Uma palavra para o nosso Ninja que organizou este evento. E de que maneira!!!??? Não sei como ele conseguiu convencer os pedraidenses a fazerem-nos um tapete de boas vindas e contemplar-nos com dois guias para nos orientar. Pena foi que o programa não fosse muito bem coordenado concomitantemente com a vinda do Bispo à freguesia. Este com a tarefa de ungir os paroquianos no sacramento do Crisma e desta forma nos privar de usufruir mais algum tempo da lareira da D. Maria. Também não sei o que se passou com os guias para nos deixar a meio do percurso semi perdidos. Com certeza que não lhes pagou o suficiente pois não me pareciam homens dispostos a ser ungidos pelo Bispo, né….
   É claro que adorei tudo isto Ninja. Agradeço aos BIKENATURAS os momentos de alegria que convivemos, ao Ninja que nos deu a conhecer este recanto, à D. Maria, à filha da D. Maria, que não recordo o nome, e ao meu homologo da casa Sr. Abel e claro ao nosso narrador Scriba.
El Presidente 


Os BiKeNaTuRaS:
 e